A casa e a rua e os mortos

Terminei de reler o livro:

capa do livro

edição de 1985.

Após ler e reler, aprende-se a ver o brasil com outros olhos.
Magnífica a análise que faz de Dona Flor e seus dois maridos, metáfora do modo brasileiro de ser.

A obra se constrói a partir de 3 categorias sociológicas para compreensão da sociedade brasileira: a rua, a casa e o mundo sobrenatural (os mortos).

E por uma destas ruelas do destino, calhou de eu reler o capítulo sobre a religiosidade popular logo após o tsunami obscurantista religioso assombrar o país. Pensei que a fogueira santa, a pretexto da eleição para presidente, estaria carbonizando o pouco que ainda tínhamos de racionalidade. Mas o livro me mostrou o contrário: a religião não estava destruindo, mas mantendo o edifício em pé. A verdadeira cara do brasil surgindo atrás da máscara de apatia.

Vale o esforço de ler algumas citações do livro, que vou trazer em breve.

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