Folia de Reis

Voltei para cumprir uma resolução de Ano Novo.

E volto no Dia de Reis, uma data que me toca muito. Talvez porque na minha região o reisado e as pastorinhas tenham sido uma tradição do ciclo natalino. Tenho uma vaga lembrança de, ainda menino, visitar um presépio-gruta e ver uma apresentação de dança e cantatas de meninas-pastoras. Folia de Reis me lembra música – ó Deus salve o oratório – me lembra rabeca e Zé Côco do Riachão.

Assim como o Natal, é uma festa religiosa em decadência. O Natal sobrevive cada vez mais forte porque foi transformado numa festa de consumo, mas a Folia de Reis está se perdendo no tempo. Há uma ou outra tentativa de torná-la um produto cultural – e, como todo produto, consumível, sem essência e autenticidade.

De todo modo, hoje é Dia de Reis e volto aqui depois de alguns meses traduzindo o manual Kids on the Move, dando uns acertos no CTB de bolso, e outros trabalhos para a Transporte Ativo.

Vou pedir à velha Bifana que deixe sempre presentes por aqui.

Quero passar o ano seguindo aquela estrela cadente.

[.]

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