na bagagem…

…livros e bicicletas. Tirei férias, viajei para Minas. Mas levei comigo esta forma de ver.
Conforme o modo que se observa o elétron, ele se mostra como partícula ou como onda. Ele é partícula-onda, mas nossos sentidos não podem captar esta realidade. Só podemos vê-lo como uma coisa ou outra. O mundo que vemos depende da limitação dos nossos sentidos (fisiológico) e da nossa concepção de mundo (ideológico).

Vejo bicletas em todos os lugares. Levo máquina fotográfica para registrar. Pois, se eu falar que é possível uma moça de bicicleta numa ladeira íngreme, rua calçada de pedras antigas, muita gente duvida. (alguns vão dizer: cadê ciclovia? :-P)

Livros me levam a muitos lugares. Um dos meus programas nestas férias foi ir até a Editora Itatiaia, em BH, onde compro, com bom desconto, livros que só existem lá!
Também na Distribuidora Thais, em Montes Claros, o nome esconde uma livraria, onde procuro e sempre encontro livros de autores da região. Produção local, venda local. Não tem na Cultura nem na Amazon nem no Google books🙂.
No total, 11 livros comprados e 1 ganhado.

mariana
Mariana. A cidade, não a moça de bicicleta.

janauba
Conhecendo uma fábrica de isopor, em Janaúba.

taiobeiras
Comprando biscoitos, na casa da biscoiteira dona Roxa, em Taiobeiras.

boa ventura
Ganhei da minha irmã, assim que cheguei em BH. Com o seguinte recado: “leia e entenda porque o Brasíl é isto”.

heitor_martins
Literatura mineira: existe? De Tomas Antonio Gonzaga, Claudio Manuel da Costa a Drummond e Rosa, é mineira ou é universal?

amelina_chaves
Comprei este em Montes Claros. Sim, tem receita de arroz com pequi e bolo de puba. Depois que ler, já tenho pessoa certa para dá-lo de presente.

Você vá. Ocê volte.

[.]

5 comentários sobre “na bagagem…

  1. Também estou assim: onde quer que eu vá, fotografo bicicletas e suas situações de uso. Tenho uma foto de várias bicicletas em uma empresa de transporte de cargas e encomendas, em Sete Lagoas-MG. Enviarei por email pra você.

  2. Também estive na Editora Itatiaia em minha única ida a Belo Horizonte. Confesso que me deixou intrigado aquele galpão enorme com pilhas de livros, todos seguindo um mesmo padrão gráfico que permite identificação imediata. Fiquei com a impressão, não sei se incorreta, de algo parado num tempo, uma editora que foi forte nos anos 70 e 80 e depois diminuiu bastante, mas não suspendeu, sua produção. Ficaram montes de livros, que só lá podem ser encontrados. Você tem mais informações sobre o assunto, Denir?

    1. Márcio,
      de início, minha impressão sempre é a mesma, de algo parado no tempo. Ou é como entrar num sebo. Muitos livros estão ali faz muito tempo, ficam meio sujos e você consegue um bom preço se pechinchar. Porque eram os últimos exemplares em estoque, comprei a edição de Viagem ao Brasil, do Spix, capa dura, pelo mesmo preço da brochura🙂 Mas também vi livros novos. E conversando com o vendedor, soube que eles têm planos de novas edições. Mas a editora nem página na internet tem…

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