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O que aconteceu neste blog em 2013

Os duendes estatísticos do WordPress.com prepararam um relatório sobre a atividade anual deste blog Livros e bicicletas.

Aqui está um trecho:

A sala de concertos da Sydney Opera House tem 2.700 lugares. Este blog foi visto cerca de 29.000 vezes em 2013. Se fosse um show na Sydney Opera House, precisaria de 11 sessões com ingresso esgotado para que tantas pessoas pudessem assisti-lo.

Em 2013, foram 46 novos posts (artigos), com 165 fotos.
O texto mais visto num único dia foi Ciclovias, uma mentira repetida mil vezes.

O post Lampião não morreu em Angicos continua o campeão de comentários, com 65 no total. Curioso que não é um texto que eu escrevi… apenas reproduzi um artigo de meu pai. Mostra que Lampião continua despertando paixões.

Há outras curiosidades numéricas. Clique aqui para ver o relatório completo (em inglês).

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Livros de bicicleta, de novo

Entre as centenas, em um cantinho da minha biblioteca agrupo os livros que falam sobre bicicleta.

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Vendo a foto, senti falta de um e outro, que devem estar espalhados.
Alguns comprei, outros ganhei de presente, e percebi que ainda não falei de nenhum deles aqui no blog.
Blog que hoje estreia visual novo, e cada vez mais coisas para escrever – em cada vez menos tempo.

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Fim de um ciclo

Amanhã, 21 de dezembro de 2013, às 17h11, ocorre o Solstício de Verão.

No Hemisfério Sul, é o dia mais longo do ano, por isto o dia de mais luz. Atingindo o ponto máximo do movimento aparente no céu, a data tem sido celebrada deste quando o homem começou a olhar para as estrelas.

No Hemisfério Norte é simétrico, ocorre o Solstício de Inverno, a noite mais longa do ano. As religiões aproveitaram-se disto e criaram toda uma simbologia, e rituais, e celebrações, em cima do evento astronômico, e o solstício marca o dia em que “a humanidade se afasta da escuridão em direção a dias mais cheios de luz” [obviamente, até mesmo por conta das decorações dos xópins, você viu nisto uma ligação direta com o Natal, cujo nascimento de um menino supostamente traria mais luz para a humanidade].

Estamos abaixo do Equador e, usando dos mesmos mitologemas, vamos sair da grande luz em rumo à escuridão dos dias cada vez menores, até chegarmos à Noite Absoluta, em 21 de junho. Estaremos em plena Copa do Mundo e serão, sim, dias tenebrosos, assombrosos e irritantes. 😦

Ainda bem que o planeta Terra gira e gira e os dias passam e tudo passa.

Além de ser o Solstício de Verão, hoje a lua cheia está no apogeu, distância máxima da Terra. Depois ela se aproxima e depois se afasta, influenciando marés, menstruações e sonhos, pesadelos. Sempre em ciclos.

Nesta conjunção de energias cósmicas e cíclicas, deixo aqui registrado, na imagem abaixo, a “cara deste blog” desde sua criação até hoje. E acabou, chegamos no fim do ciclo, que é começo de outro. Amanhã, às 18h, teremos um visual novo.

visual_antigo_INove

Até lá.

Livros que li e estou lendo

Já preparando a mudança no blog, retirei a lista “livros que estou lendo” que estava no menu lateral à direita.
Para não se perder o registro, copio aqui minhas últimas leituras:

Lendas da Ásia Oriental, Kikuo Furuno, Roswitha Kempf Editores
Fahrenheit 451, Ray Bradbury, Editora Globo
Zen e a Arte da Escrita, Ray Bradbury, Editora Leya
A sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón, Editora Objetiva
A biblioteca mágica de Bibbi Bokken, Jostein Gaarder, Editora Cia. das Letras
O pequeno Zacarias chamado Cinábrio, E.T.A. Hoffman, Editora Hedras

Tirando um ou outro livro que esqueci de registrar, as revistas, e Sagarana, que é leitura não terminada ainda.

No intervalo, estou lendo a série “Diário de um banana”

Diário de um banana

Fiz uma aposta com meu filho Luis Felipe, para ver quem seria o primeiro a terminar de ler todos os livros da série. Claro, fiz isto em parte para incentivá-lo a ler, pois ele gosta muito de joguinhos. Não por acaso, livros e joguinhos estão lado a lado no quarto dele, como mostra a foto acima. Aliás, agora vi que na foto falta o volume 1 da série, que deve estar em outro local da estante.

Por outra parte, quando comecei a ler o primeiro volume, gostei muito e decidi continuar. O livro é muito bom!! Estou no volume 4. Felipe já terminou todos 🙂

Identifiquei-me com o título: Diário de um banana. Poderia ser o título deste blog… você nem imagina como me sinto um banana por gostar de bicicletas e de livros. Eu podia estar roubando, falando de futebol, de carros, de música brega e de artistas de televisão. Bicicletas e livros são sempre promessas de um mundo melhor e eu sempre acreditando – mesmo que tudo mostre que é justamente o contrário…

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O visual vai mudar

Para minha surpresa, o post despretensioso sobre o bicicletário inexistente no Cine Brasília bateu o recorde de visualizações.
Agradeço quem compartilhou e quem deixou comentários.

Mas faço agora uma pausa no assunto para dizer que o visual deste blog vai mudar no solstício de verão. Descobri um tema no WordPress que deixa o leiaute mais bonito e torna a leitura mais fácil, além de permitir uma melhor navegação entre os posts.

Fiz questão de destacar que apenas o visual vai mudar. O conteúdo vai continuar o mesmo.

Aguarde! No solstício de verão.

Saudações a todos.

Denir

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ressuscitou na 3ª semana

Perdi o disco C do meu computador. Ainda não descobri a causa, porque é disco SSD flash, nem teve dano físico. Sei que a partição primária corrompeu-se e fiquei sem sistema operacional de uma hora pra outra, sem aviso. Com CHKDSK o disco estava inteirinho, mas ao carregar o Windows aparecia a mensagem: o Sistema não pode reconhecer um dispositivo de I/O.

Resultado?
Tive que formatar o disco C:

Perdi muita coisa que estava quase pronta para o blog… 😦
Estive tentando medir até onde foi o desastre – pois costumo fazer backup e nem tudo se perdeu.

Agora já me situei e ainda nesta semana volto a escrever aqui.

Saudações a todos!

Denir

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Cataratas, planos e viroses

Alô, olá!

estive de férias por uns dias. Depois voltei e fiquei planejando o blog para este ano. Quando ia recomeçar com post novo, peguei uma virose que me deixou abatido por uma semana.

Você que é assinante, obrigado pela paciência. Vou começar relatando minha viagem a Foz do Iguaçu. Depois, ao longo do ano, uma série sobre arte urbana e bicicleta, que estou adorando fazer. E tenho vários artigos prontos, uns vão criar polêmica, já pressinto…

Quantos aos livros, coloquei para mim um desafio próprio: ler ou reler toda a obra de Guimarães Rosa até o final do ano. Será que consigo? Já comecei com Sagarana, livro que – por incrível que pareça – nunca tinha lido :-(. Estava na minha estante há muito tempo – como diz uma amiga, igual aquele naco mais saboroso da comida que a gente vai deixando pro final. 🙂
Precisa dizer Sagarana que é G-E-N-I-A-L??

Aliás, não sei se já notaram, mas aqui ao lado –>>
nesta coluna tem uma seção “Estou lendo”.
Outra novidade no blog é que esta relação vai sair dali. Cada vez que houver alteração na lista, quando eu começar um livro novo, escreverei um post sobre isto. Fica mais dinâmico e dá mais destaque e permite comentários, tanto meus quanto seus.

Nada jamais continua
tudo vai recomeçar

                      Mario Quintana (num fragmento da Canção do Dia de Sempre)

Vivendo revoluções, livros e bicicletas

Nestes dias estou mesmo totalmente imerso na revolução digital. Dias de novo mundo.
Recebi um email do Prof. John Pucher, anunciando seu novo livro: City Cycling.

uma resenha aqui, em inglês. E foi feito um blog específico para o livro! Clique e acesse.
Isto eu desconhecia, e é uma ideia bem legal… é como se imaginássemos o livro sendo o autor do seu blog, falando de si.

Antes da internet e do email, como eu poderia entrar em contato com um prof. que é uma das maiores autoridades em bicicleta urbana no mundo? E como poderia receber dele uma mensagem, que me remete de imediato à capa do seu livro, e conteúdo, e críticas e notícias em jornais por todo o mundo? Por carta? Pombo-correio? Só a internet permite isto.

Da mesma forma que me permite folhear uma gramática centenária, editada em 1822, e colocada online na íntegra.

As páginas do livro foram fotografadas uma a uma e colocadas neste endereço virtual.

Quando, na minha vida, poderia eu ter acesso a uma seção na Biblioteca Nacional de Portugal e ali consultar uma obra rara, passar as folhas uma a uma? Agora a Biblioteca está em minha casa…

Não tenho mais dúvida: vivo num admirável mundo novo! Que venha 2013.